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bronco angel, o cow-boy analfabeto
rosas
innersmile


Uma novela passada num faroeste demasiado parecido com o Portugal dos anos 80, que nasceu como folhetim de um jornal humorístico, 'o bisnau'. Serve essencialmente para aquilatar duas coisas: que Fernando Assis Pacheco era igualmente brilhante a escrever humor (por vezes terno por vezes selvagem, ora de costumes ora nonsense), mas sobretudo que era um magnífico escritor, nomeadamente neste registo que atravessa géneros, tocando a crónica, a ficção ou a farsa.

Este volume breve serve ainda para inaugurar a publicação, pela editora Tinta da China, das obras completas de FAP, circunstância promissora para quem é fã do autor e mesmo para quem, como é o meu caso, já conhece a quase totalidade da sua obra publicada, tanto mais que se prometem algumas novidades, algumas delas inéditas.
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fizeste-me ir ao baú procurar recortes de jornais e encontrei uma página do JL de 30/11/1996, com 3 poemas de FAP, 'desversos', 'sum paxê' e 'elegia'.

gosto muito dele. é um dos autores que leio há mais anos, apesar da sua pouca produção literária. um destes dias, vou reler o romance dele, o Benito Prada :)

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