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helena almeida, bienal de são paulo
rosas
innersmile
Como já referi, fui a Serralves a semana passada, e vi duas exposições: uma retrospectiva da obra de Helena Almeida, intitulada ‘A Minha Obra é o Meu Corpo, o Meu Corpo é a MInha Obra’, e ‘How To (...) Things That Don’t Exist’, uma colectiva construída a partir de obras apresentadas na 31ª edição da Bienal de São Paulo, que teve lugar no ano passado.

Já conhecia algumas obras de Helena Almeida (é possível que as tenha visto em alguma das edições dos encontros de fotografia de Coimbra, mas não tenho a certeza), mas esta visão alargada da sua obra permitiu-me perceber quanto nos seus trabalhos a artista questiona, e experimenta, os limites das artes plásticas, e quanto, nessa medida, as suas obras são libertadoras e até um pouco subversivas, no sentido de porem em causa as regras, e até a própria materialidade, do desenho ou da pintura. Por outro lado, e sendo um trabalho muito de ocupação de espaço, tem uma certa vocação coreográfica, que se acentua à medida que o próprio corpo da artista é convocado como matéria prima dos seus trabalhos, quer em fotografia quer em video.

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