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woman in gold
rosas
innersmile
Apesar de ser um filme convencional, gostei bastante de Woman in Gold / Mulher de Ouro, realizado pelo britânico Simon Curtis. Primeiro porque é impossível não gostar da Helen Mirren, que transporta sempre para os seus papeis um ‘aplomb’ irresistível (ok, e também por causa do Ryan Reynolds, que é um jovem muito apessoado).

Mas gostei muito, é claro, por causa da história. Mesmo com algumas imprecisões históricas, trata-se de uma óptima história que nos leva à II Grande Guerra, e ao saque que os nazis perpetraram das obras de arte dos países que ocuparam, tanto de museus como de colecções particulares, em especial das famílias judaicas. No caso concreto do filme, de uma família vienense, na sequência do Anchluss, e os quadros em questão eram de Klimt, em particular o icónico A Mulher de Ouro, que de facto era o retrato da tia da protagonista, Maria Altmann, que processou judicialmente o estado austríaco para recuperar o quadro, uma das principais peças em exibição no célebre museu do Belvedere, na capital austríaca.
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