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the humbling
rosas
innersmile
Não se trata de um grande filme, mas The Humbling, adaptado de um livro de Philip Roth, tem qualquer coisa que anda muito perdido do cinema actualmente. Realizado por Barry Levinson (que nos anos 80 fez filmes como Good Morning Vietnam ou Rain Man), e contando com Buck Henry como co-argumentista (o autor, entre outros, do argumento de The Graduate), este filme recupera uma certa tradição de cinema para adultos, ou seja filmes de argumento, de história, sobre assuntos que interessam a adultos, nada a ver, portanto, com acção e efeitos especiais.

The Humbling traz-os ainda de volta Al Pacino, no papel de um velho actor que entra em depressão por se aperceber que está a perder as faculdades necessárias à sua arte. Pelo caminho conhece Pegee, desempenhado por uma estupenda Greta Gerwick, uma rapariga que traz à sua vida uma certa dose de loucura e desconformidade. O tom é de comédia, ainda que amargo e desiludido, mas com alguns momentos de franca gargalhada. Pacino está em forma, como sempre.
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É o meu tipo de cinema.
Na minha visão dos filmes em stand by, vi duas pérolas seguidas: "OCicely Tyson grande hotel Budapeste" (Wes A. é definitivamente um realizador de culto) e "As Serviçais", um filme soberbo, no feminino, com desempenhos superlativo de Viola Davis e Octavia Spencer, além de um Jessica Chastain, que só faz coisas boas, de uma Emma Stone mais adulta, de reencontrar Sisi Spaceck, (é sempre um prazer) e de rever uma enorme actriz negra já velhinha - Cicely Tyson!
A seguir um daqueles "tijolos" hollywwodescos que não me cria grandes expectativas . a versão de "o Grande Gatsy" com o De Caprio...

é isso mesmo, o nosso tipo de cinema, infelizmente tão raro hoje em dia.
olha que o Gatsby é do Baz Luhrmann, o tipo do Romeo + Juliet e do Moulin Rouge.
quanto aos filmes que referes gostei de ambos, mas, como sabes, o Wes Anderson é dos meus realizadores favoritos :)

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